Considere este tópicos:
a - Depois do latido vem a mordida.
b - Além dos motivos anteriores, agora o cão morderá também para confirmar seu latido.
c - O cão que late também morde, só que costuma morder por trás, no calcanhar.
d - Depois que late, o cão só sossega quando morder.
Falamos acima de uma forma figurativa e bastante simples. O que dissemos é que: Não espere inerte, parado ou passivo diante de uma ameaça! (ela tem 99,99% de chances para se cumprir). Não dê sua vida e troca da certeza sobre isso que estamos afirmando. Neste momento custa apenas crer. Depois, essa informação poderá fazer sentido demasiadamente tarde.
Há circunstâncias em que a pessoa ameaçada de morte ironicamente tem bastante tempo para tomar várias medidas, a fim de FICAR VIVO, mas não o faz por desconsiderar a probabilidade de que a ameaça se concretize. E por que isso se dá desta forma? Considere que o ser humano é propenso a acreditar no que quer acreditar. E por alguma razão, essas pessoas não querem arcar com as medidas a serem adotadas, porque invariavelmente teriam que mexer na situação cômoda em que vivem. Essa busca por conforto, em meio ao infortúnio, lhes serve melhor que a perspectiva negativa da morte. E esse abandono do medo (instinto de sobrevivência perdido) lhes entrega a aquilo que mais temiam: a morte.
Como no capítulo anterior eu alertei: minha intensão não é a de culpar ninguém, nem ainda macular a "memória" de ninguém diante de seus parentes, familiares e amigos. A intensão é alertar os vivos, porque os mortos (in)felizmente não precisam mais de alerta. Porém, o que vejo é uma margem de probabilidade para analisarmos que, de certa forma, algumas vítimas abriram mão de medidas em favor da própria segurança, tenha sido assim por falta de capacidade de decisão ou por ausência de conhecimento. E o que estou oferecendo aqui é isso, conhecimento.
Um pouco mais adiante eu irei retornar a este tema especificando quais medidas se ajustam a cada situação.
