Se as vítimas da violência tivessem uma única oportunidade de rever suas posturas, um minuto que fosse, antes de serem afetadas pelas ações que as aniquilaram elas mudariam qualquer coisa. Elas mudariam o caminho a ser percorrido, as palavras ditas, os gestos, os horários de suas saídas ou chegadas, de qualquer lugar que fosse. A possibilidade de alterar quaisquer de suas ações no passado lhes pareceria agora suficiente para mudarem também os fatos resultantes daquelas ações.
Essas análises beiram a possibilidade de que a culpa seja alimentada. Mas nossa intenção não é prejudicar, com uma suposta culta, a imagem de alguém que tenha vítima de violência, assim como também é impossível salvá-las dos fatos já acontecidos. Mortos não sentem culpa nem dor, não pensam nem podem mais sofrer nada das coisas deste mundo. E, se isso nos serve de consolo, ao mesmo tempo nos alerta que os vivos, estes sim, estão sujeitos a qualquer dos males pensados ou jamais supostos.
Há uma série de medidas a serem tomadas, e eu diria que a mais sutil delas é voce estar aqui, interessado neste projeto de esclarecimento e apoio à necessidade de conhecimentos simples, mas eficazes, ao alcance das pessoas mais comuns e das mais variadas classes sociais, sobre como FICAR VIVO. Uma série de coisas que traremos neste trabalho para servir de braço forte a todos aqueles que querem FICAR VIVOS.
Claro que a nós atribuem mera utopia, mas segurança é uma questão de estratégias. Muito daquilo que já aconteceu poderia ser evitado. Porém, mais ainda do que está por vir poderá passar pelo crivo das nossas decisões, do nosso olhar atento, da nossa segurança inteligente.
Estamos ainda no primeiro post de uma série que tratará sobre o assunto segurança nos mais minuciosos detalhes. É por isso que já agora buscamos mostrar por inúmeras razões quão importante é sua participação no desenvolvimento de uma estratégia que o manterá mais e melhor preparado para as situações do dia-a-dia que qualquer pessoa que não possua esse conhecimento ou algo equivalente.
